Feliz é aquele que se foi da vida
Partindo à sombra de nefasto encanto,
Levado pela côrte penitente
Em gritos funerais de dor e pranto.
Feliz porque, então, no seio murcho
- Este humano e pútrido instrumento -
Somente o verme, impaciente e astuto
Virá ferir-lhe o coração cinzento.
Também feliz de quem na tenra infância
Sentiu da Foice as sepulcrais andanças
Sem dar ao mundo – este sanguinolento -
A chance de roubar-lhe as esperanças.
Mas no final de toda esta matança
Que a todo o mundo vivo acometeu
Eu tremo e balbucio febrilmente:
Feliz somente foi quem não nasceu…
“To me the honour is sufficient of belonging to the universe — such a great universe, and so grand a scheme of things. Not even Death can rob me of that honour. For nothing can alter the fact that I have lived; I have been I, if for ever so short a time. And when I am dead, the matter which composes my body is indestructible—and eternal, so that come what may to my ‘Soul,’ my dust will always be going on, each separate atom of me playing its separate part — I shall still have some sort of a finger in the pie. When I am dead, you can boil me, burn me, drown me, scatter me — but you cannot destroy me: my little atoms would merely deride such heavy vengeance. Death can do no more than kill you.”
É verdade… já se passaram mais de dez anos desde que eu me juntava com os amigos no fim de semana para infernizar os vizinhos com o barulho da nossa pretensa banda. Também lembro que nosso único fã era o cachorro.
Naquela época eu tinha recém descoberto a Legião Urbana e, como todo mundo que aprende a tocar um instrumento, escutava e tocava as músicas do Renato Russo o dia inteiro.
Encontrei aqui a primeira gravação, feita num AMD K6-II 500 Mhz, usando um desses microfones baratos que vêm de graça junto com o PC, apenas para testar como funcionava o software. Era de tarde, eu estava sozinho em casa e gravei quatro trilhas: 1ª e 2ª vozes e 1º e 2º violões. Como o programa era trial, são 60 segundos cravados.